Esse Jon Lee Anderson só pode estar brincando. Na Gazeta do Povo de hoje, lá vai ele, num texto sobre Fidel:
Suspeito que, com Fidel afastado, não só seus defensores sintam sua falta, mas também seus oponentes. Por mais que eles tenham sofrido, a qualidade épica de suas próprias vidas desaparece com o eclipse da era de Fidel. O próximo golpe será a morte de Fidel e, inevitavelmente, o rebaixamento da história em Cuba e, talvez, da própria ilha. Se, nos últimos 49 anos, Fidel foi Cuba, o que Cuba será sem ele?
Eu não li a biografia do Che, mas tinha vontade. Tinha.
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